Paulo Cesar Lima de Sena foi identificado por exame necropapiloscópico; ele foi executado junto com o ex-PM “Max” em sítio na zona rural de Manaus
Foto: Divulgação
O corpo de Paulo Cesar Lima de Sena, de 57 anos, ainda está no Instituto Médico Legal (IML), que está chamando familiares para o reconhecimento e liberação do corpo. Sua identificação foi realizada por meio do exame de confronto necropapiloscópico, que compara as digitais com registros civis.
O procedimento foi conduzido por peritos do IML em conjunto com especialistas do Instituto de Identificação do Amazonas Aderson Conceição de Melo (IIACM).
Paulo César é o homem que foi morto junto com o ex-policial militar Francisco Marques dos Reis, conhecido como “Max”. O duplo homicídio ocorreu na sexta-feira (27), no sítio de Max, na rua da Floresta, Tarumã-Açu, zona rural de Manaus.
Paulo César foi morto com um tiro de fuzil do lado de fora da casa. O disparo acertou o coração dele, que morreu na hora. Já Max, não foi possível apontar quantos tiros ele recebeu.
Além de ter sido torturado, ele acabou sendo morto com vários tiros de pistola e de fuzil, que deixaram o crânio esfacelado.
Os dois foram mortos por homens encapuzados e armados com fuzis e pistolas que invadiram o sítio de Max. A ação criminosa foi registrada por câmeras de segurança do local.
O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Há suspeita de que policiais tenham cometido o duplo homicídio.
Max era conhecido como criminoso de alta periculosidade, pistoleiro de aluguel, e havia sido condenado por participação em uma chacina no bairro Santa Etelvina, na zona norte da capital. Na época, quatro pessoas foram mortas após uma disputa de terras entre bairros.